sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O REPÓRTER CIDADE APÓIA ESSA IDEIA!!!!


O REPÓRTER CIDADE APÓIA ESTA IDEIA!!!!













ACESSE: www2.hortolandia.sp.gov.br e saiba mais sobre está ação em Hortolândia

Pais acusam professor de dar bolada no rosto do filho em colégio particular de Hortolândia


Os pais de um estudante de 9 anos acusam o auxiliar do professor de educação física do colégio IASP (Instituto Adventista de São Paulo), onde o menino estuda, em Hortolândia, de dar uma bolada no rosto do garoto, que reclamou de dores no rosto e na coluna. Eles procuraram a Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (3) para registrar um BO (boletim de ocorrência).
 
Conforme o relato dos pais do garoto à polícia, o menina participava de um jogo de vôlei quando recebeu uma bolada forte na lateral direita do rosto. Ele se queixou de dores após ser atingido, mas, segundo a denúncia, a escola não entrou em contato com os pais para comunicar o fato. Eles relatam ainda que a situação já havia acontecido outras vezes.

Morre modelo atropelada por ônibus na avenida Faria Lima em São Paulo

Mariana Livinalli Rodriguez pedalava em São Paulo e, ao fazer uma conversão para ciclovia, foi atingida por um ônibus.

Fonte: Último Segundo

Morreu no fim da noite desta quinta-feira (3) a modelo Mariana Livinalli Rodriguez, de 25 anos. Ela estava internada em estado grave no Hospital das Clínicas em São Paulo, com traumatismo craniano, desde o acidente ocorrido por volta do meio-dia da última quarta-feira.

Mariana pedalava pela Rua Chopin Tavares de Lima e, ao fazer uma conversão para a pista de bicicletas da avenida Faria Lima, foi atingida de frente por um ônibus e bateu a cabeça. A modelo estava sem capacete.

Segundo informações da Polícia Civil, a vítima teria atravessado a pista no sinal fechado para ciclistas e pedestres e acabou atingida pelo coletivo. A perícia, no entanto, ainda investiga as causas do acidente.

Pai de Bernardo é condenado por erro médico em cirurgia no RS

Ele e a mulher foram acusados de assassinar o filho, Bernardo Boldrini em abril de 2014. Neste caso; a autora da ação afirma ser vítima de erro médico em função da perfuração de seu esôfago durante ato de intubação para cirurgia de retirada de pedra na vesícula.


A 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) condenou os médicos Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo Boldrini, assassinado em abril de 2014, por erro durante uma cirurgia para retirada de pedra na vesícula de uma paciente. Ele, a anestesista Jeane Cristina Ribeiro Rino Guimarães  e a clínica responsável pela anestesia da paciente terão de pagar indenização por danos morais, materiais e estéticos, além de uma pensão vitalícia de um salário mínimo para a autora da ação.

Entenda o caso
 
A autora da ação afirmou que foi vítima de erro médico em função da perfuração de seu esôfago durante ato de intubação para cirurgia de retirada de pedra na vesícula, realizada pelos médicos Leandro Boldrini e Jeane Cristina Ribeiro Rino Guimarães, no Hospital de Caridade de Três Passos.

Segundo seu relato, dois dias após sair do hospital, teve que retornar em função de fortes dores, sendo internada na UTI. Após, foi transferida para o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) onde foi submetida a nova cirurgia de urgência, ficando internada durante dois meses.

Os médicos do HCPA informaram à autora que os exames apontaram a perfuração do esôfago durante a cirurgia realizada em Três Passos. A autora ressaltou que ficou com graves sequelas em função da constatação tardia do problema. Também informou que houve descolamento de pele das suas costas, uma vez que ficou por muito tempo deitada no hospital e no tratamento havia troca constante de curativos, que sua dieta tem que ser controlada por uma equipe de nutrição e que após um ano da última cirurgia, teve que se submeter a novo procedimento para reconstrução do esôfago.

Na 1ª Vara Judicial da Comarca de Três Passos, o pedido foi considerado procedente pelo Juiz Marcos Luís Agostini e os médicos, o hospital e o Serviço de Anestesiologia Três Passos Ltda. foram condenados solidariamente ao pagamento de cerca de R$ 10 mil por danos materiais emergentes, pensão mensal vitalícia mensal desde a data do fato no valor de um salário mínimo nacional, R$ 70 mil por danos morais e R$ 30 mil por danos estéticos, além do pagamento de outras despesas necessárias ao tratamento de saúde da autora.

Os réus, o hospital e a clínica de anestesiologia recorreram da sentença.

Recurso

No TJ-RS, o relator do processo foi o Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz, que absolveu o hospital e manteve a condenação dos réus e da clínica de anestesiologia.

Conforme a decisão, o fato da clínica ter obtido lucro com o procedimento realizado autoriza a aplicação da teoria do risco do empreeendimento e risco proveito, previstas no artigo 927, do Código Civil.

O pagamento da profissional Jeane se deu diretamente ao Serviço de Anestesiologia Três Passos Ltda., empresa que emitiu as notas de prestação de serviços, tendo a recorrente auferido lucro com o procedimento realizado. Assim, inafastável a existência de vínculo entre a médica e a empresa, a qual nomeou a anestesista para o procedimento em discussão, sendo, pois, legítima para figurar no pólo passivo da ação, explicou o relator.

Com relação ao hospital, o Desembargador Lessa Franz concluiu que demonstrado que a contratação dos médicos se deu de forma particular, tendo o hospital apenas disponibilizado suas dependências para a realização do procedimento.

Assim, deve a demanda ser extinta em relação à entidade hospitalar, sem resolução de mérito, decidiu o magistrado.

Sobre o recurso de Leandro Boldrini, o magistrado informou que os laudos periciais apontaram que o médico não valorizou as queixas da paciente no pós-operatório e que foi perdido um tempo precioso para fazer o diagnóstico de perfuração do esôfago.

Mesmo tendo ocorrido intercorrências na cirurgia e reclamando a paciente e seu familiar sintomas que demandavam a necessidade de maiores cuidados, o requerido simplesmente deu alta hospitalar para a paciente. Tal conduta, manifestamente negligente e imperita, implicou na evolução do quadro para uma infecção generalizada que quase levou a paciente a óbito, afirmou o relator.

Com relação à médica anestesista, o relator também afirmou que as provas dos autos comprovaram a culpa.

A prova pericial e testemunhal constante dos autos se mostrou clara no sentido da ocorrência de ato ilícito por parte de ambos os réus, tendo a anestesista sido responsável pela perfuração do esôfago da requerente e o médico codemandado agido com negligência na investigação da lesão, restando a paciente com grave infecção generalizada, afirmou o relator.

Assim, o Desembargador Lessa Franz manteve as condenações, majorando a indenização por danos estéticos de R$ 30 mil para R$ 50 mil.

Também participaram do julgamento os Desembargadores Túlio Martins e Marcelo Cezar Müller, que votaram de acordo com o relator.
Fonte: TJ-RS

Presa chefe de quadrilha que roubava carros na Região do Ouro Verde em Campinas

Mulher foi detida próxima a um veículo, que estava sendo depenado; Um menor de 16 anos e um jovem de 21, também foram detidos

 Uma estudante de 19 anos é acusada de chefiar um bando suspeito de cometer vários roubos a carros na região do Ouro Verde, em Campinas. Janaína Ribeiro Souza foi presa em flagrante na madrugada desta quinta-feira (3) após roubar um Celta de um estudante de 26 anos, no Jardim Ipiranga. Ela foi detida próxima ao veículo, que estava sendo depenado. Um adolescente de 16 anos e o ajudante geral William Gomes Ferreira, de 21 anos, também foram detidos.

O assalto ocorreu em frente a um bar e foi cometido por três rapazes e uma moça, que liderava o bando, segundo a polícia.

Os ladrões pegaram o carro e a carteira com cartões de crédito da vítima e fugiram.

A Polícia Militar (PM) foi avisada, e uma viatura do Batalhão de Ações Especial da Polícia (Baep) passou a patrulhar a região do bairro Vida Nova.

Em uma rua da Vila Vitória, os policiais avistaram uma moça, distante cerca de 100 metros de um Celta, que já estava sem o CD Player e cuja bateria estava sendo arrancada. "Ela tentou fugir, mas a alcançamos. A moça estava como olheira do bando, no momento da detenção", contou o tenente Carlos Eduardo Koto.

Segundo Koto, Janaína confessou o roubo e indicou o endereço do menor e do ajudante geral. A arma usada no crime não foi localizada, mas o trio alegou que tinha sido levada por um comparsa.

"Os comparsas afirmaram que a chefe era moça e que teria sido ela quem indicou o roubo", disse Koto. A estudante foi encaminhada para a cadeia feminina de Paulínia. O carro foi entregue para a vítima.


Salário de servidores em Americana vai ser pago em 3 vezes, afirma Frizzarin


A Prefeitura de Americana vai parcelar os salários dos servidores municipais em três vezes neste mês, informou o secretário da Fazenda, Valmir Frizzarin, ontem, na Câmara. Hoje, a prefeitura deve repassar R$ 500 para cada servidor, para que não fiquem sem salário no feriado prolongado. A segunda parcela será paga na próxima quarta-feira, em razão do feriado de 7 de setembro, segunda-feira.
 
O valor da segunda parcela dependerá da entrada de impostos nos cofres públicos, diz o secretário, que ontem foi à Câmara e fez até apelo para que os vereadores aprovem projeto que aumenta a taxa de coleta de lixo.
 
Americana vive caos financeiro e acabou de sair de uma greve do funcionalismo justamente por atraso nos salários. O sindicato já havia avisado que se não for pago integralmente o salário na terça, na quarta haverá nova paralisação.
 
Mês passado os salários foram pagos em cinco vezes. A prefeitura teria de fazer o pagamento integral hoje, pois o quinto dia útil é amanhã. "Para nós é triste falar em salário atrasado. Salário é sagrado, mas as condições financeiras nos obrigam a pagar parcelado. R$ 500 dá para passar o dia de feriado", disse Frizzarin.
 
SEM PREOCUPAÇÃO
 
O secretário diz que não se preocupa com a greve nesse momento, até porque a população não sentiu tantos reflexos na prestação de serviços, diz. Frizzarin acredita que as dificuldades em quitar a folha - e até mesmo possíveis paralisações - continuem até dezembro deste ano. O prefeito Omar Najar (PMDB) já disse, mês passado, que haverá dificuldades até janeiro.
 
O vereador oposicionista Luciano Corrêa (SD) criticou a postura da prefeitura.
 
"O servidor receber R$ 500 para passar o feriado até parece uma coisa legal. Mas a prefeitura também retirou o benefício de 8% (do Fundo de Garantia) para quem aderiu ao Ameriprev (Instituto de Previdência dos Servidores de Americana)", criticou o vereador.
 
Para o parlamentar, é equivocada a posição da atual administração de mirar o funcionalismo para reduzir custos. A administração obteve decisão judicial que cortou o abono pago a mais nos salários de quem aderiu ao Ameriprev. "Além de não receber todo o pagamento, o servidor vai receber com menos 8%. Torço para que a Câmara tome todas as medidas possíveis para reverter a liminar e que esses 8% voltem aos funcionários, porque faz anos que recebem esse dinheiro", disse o vereador.
 
A prefeitura entrou com uma ação questionando legalidade da lei aprovada pela Câmara que concedeu o abono, em 2010.
 

TST mantém decisão que obriga Bradesco a pagar R$ 150 mil por agências inseguras

Segundo a Justiça, falta de portas de segurança em agências do Paraná provocou "atmosfera de insegurança e aflição"


O Tribunal Superior do Trabalho negou recurso do Bradesco contra condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 150 mil, pelo descumprimento de medidas de segurança em agências bancárias dos municípios de Terra Roxa e Moreira Sales (PR).

A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) a partir de denúncia do sindicato dos bancários da região, que questionou a falta de portas de seguranças na entrada das agências. A proposta do MPT pedia a instalação do mecanismo de segurança e a aplicação de multa de R$ 2 milhões por danos coletivos.

A vara do Trabalho de Assis Chateaubriand (PR) destacou a obrigatoriedade dos equipamentos, mas isentou o banco do pagamento da indenização. Somente em recurso ao TRT da 9ª Região (PR) foi definida a indenização – agora mantida – do pagamento de R$ 150 mil por danos coletivos, que será destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Em sua defesa, a instituição bancária afirmou que cumpria todas as normas previstas na legislação, e que as únicas medidas de segurança obrigatórias eram a instalação de sistema de alarme e a presença de vigilantes.

Apesar disso, a Justiça considerou por unanimidade a decisão regional e enfatizou que a falta de portas giratórias, mesmo que não tendo ocorrido ação criminosa contra a agência, "provocou uma atmosfera de insegurança e aflição no local de trabalho".

O iG entrou em contato com o Bradesco, mas não obteve retorno até o momento desta publicação.


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Ivete Sangalo pode voltar a apresentar Prêmio Multishow em 2016

Fonte: RD1

Além de arrastar multidões em seus shows, Ivete Sangalo se destaca também no papel de apresentadora. A baiana já comandou, juntamente com o ator Paulo Gustavo, quatro edições do Prêmio Multishow, e, se depender do canal pago, a dobradinha deve se repetir mais vezes.

De acordo com o “NTV”, a direção da emissora já negocia com Ivete para estar à frente da cerimônia em 2016. Resta saber se a musa aceitará voltar ao palco, afinal, costuma ter uma agenda lotada de compromissos e isto pode se tornar um problema para os planos do Multishow.

Na última edição da premiação, que aconteceu nessa terça-feira (01), Ivete se destacou pelo seu jeito espontâneo e o jogo de cintura para improvisar em situações não ensaiadas. A mãe de Marcelo ainda levou para casa o prêmio de “Melhor Cantora”, categoria na qual concorria com Anitta, Pitty, Ana Carolina e Paula Fernandes.

Parentes contestam entrega de bens para assassino de ex-mulher. Crime aconteceu em Hortoândia

Silvério Lúcio Ribeiro é acusado de ter assassinado Rosângela Marques dos Santos com pancadas e golpes de faca; no mesmo dia, ele saiu de casa levando a filha, de 3 anos, que também morreu

Fonte: RAC

A Justiça de Hortolândia marcou para o dia 6 de outubro a audiência de instrução, interrogatório, debates e julgamento envolvendo o supervisor de produção Silvério Lúcio Ribeiro, de 39 anos, suspeito de matar em 2014 a ex-mulher Rosângela Marques dos Santos, de 31 anos, e a própria filha, Alícia Marques Ribeiro, de apenas 3 anos. Silvério se entregou um ano depois à polícia e segue preso na Penitenciária "José Salgado", em Tremembé. Depois de todo o sofrimento, familiares da gerente financeira enfrentam situação embaraçosa em relação aos bens da vítima.

Seguro de vida de Rosângela, no valor de R$ 12 mil, foi dividido entre os pais da vítima e do suspeito, e os pais de Ribeiro não devolveram o dinheiro como afirmaram que fariam, segundo o tio de Rosângela, Dorival Barbosa, de 52 anos (foto)

O seguro de vida de Rosângela, no valor de R$ 12 mil, foi dividido entre os pais da vítima e do suspeito, e os pais de Ribeiro não devolveram o dinheiro como afirmaram que fariam, segundo o tio de Rosângela, Dorival Barbosa, de 52 anos.

"Ele assinaram um papel dizendo que recusariam qualquer dinheiro, mas desde que o valor (R$ 4.850,62) caiu na conta dos pais dele não foi devolvido. Não achamos justo. Desconfiamos inclusive que esse dinheiro esteja sendo usado para pagar o advogado de Silvério", afirmou Barbosa, que responde pela família das vítimas.

Ribeiro é acusado de ter assassinado Rosângela com pancadas e golpes de faca em sua casa no Jardim Santa Amélia, em Hortolândia. No mesmo dia, ele saiu de casa levando a filha.

Cerca de quatro horas depois assassinou a pequena Alicia com facadas no pescoço, no acostamento da estrada a Rodovia Rio-Santos (BR-101) à praia de Ubatumirim.

Ela foi encontrada por um pescador, e ainda estava presa na cadeirinha. Silvério ficou um ano foragido e se entregou em maio desse ano. O casal estava separado há dois anos, depois de 12 vivendo juntos.
A família foi informada sobre os bens da Rosângela a partir do momento em que ela foi assassinada. Automaticamente, o que estava em seu nome foi repassado à herdeira, que também foi morta. Nesse caso, como é considerado inimputável parte dos bens vai para os pais dele.

A reportagem conversou com o funcionário da seguradora responsável por autorizar o repasse do seguro de vida para a conta da família de Ribeiro, mas ele informou que somente prestaria informações para as "partes interessadas", no caso parentes de Rosângela.

"Não é pelo dinheiro, mas pela palavra da família dele que não foi cumprida e pela situação ser totalmente inadequada bancar a família de um assassino da filha e ex-mulher", disse o tio de Rosângela.

O irmão do suspeito disse que não poderia falar e passou para o advogado da família. Esse, por sua vez, informou que está cuidando somente da parte criminal do caso. Segundo ele, ainda entrará em consenso com Silvério e sua família sobre a estratégia que usará em sua defesa. Segundo o advogado, a melhor alternativa será solicitar um exame clínico do suspeito para tentar comprovar à época do crime que ele não era capaz.

Atestado com insanidade mental ele permanece em um hospital de custódia em Franco da Rocha e a acusação contra ele é retirada.

Segundo a defesa, Ribeiro não está com idéias "coesas" e que teria vivido igual a "bicho" no um ano foragido e tentou se matar diversas vezes.

A reportagem não conseguiu contato com o advogado da família de Rosângela que estava à frente das questões financeiras da vítima.

Segundo o tio dela, a família perdeu contato com o advogado e teme que o apartamento de Rosângela, pago por ela e que vale por volta de R$ 170 mil vá parar em partes para as mãos de Silvério.

Se condenado, Ribeiro pode pegar até 30 anos de prisão, já que foi denunciado à Justiça pelo artigo 121 (homicídio qualificado), incisos II, III e IV do parágrafo 2º do Código Penal, que tratam de assassinatos por motivo fútil; com emprego de tortura ou outro meio cruel e mediante recurso que impossibilite a defesa, respectivamente.

Bicho-preguiça é resgatado na Rodovia dos Bandeirantes na altura de Jundiaí

Através de pareceria da concessionária que administra a estrada, com ONG, 38 animais foram resgatados só no primeiro semestre deste ano.
 Fonte: RAC
Um bicho-preguiça foi resgatado nesta quarta-feira (2) no Km 51 da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), em Jundiaí, pela equipe de tráfego da concessionária CCR AutoBAn. Segundo a concessionária, o animal foi encaminhado para a Associação Mata Ciliar, na mesma cidade.
 
De acordo com a AutoBAn, todo animal silvestre resgatado no Sistema Anhanguera-Bandeirantes é levado à organização não-governamental a fim de ser reabilitado e reintegrado à natureza.

Através da pareceria, 38 animais foram encaminhados durante o primeiro semestre deste ano.

Polícia apreende animais roubados no Zoológico do Rio

Fonte: G1

Uma cobra, um falcão, um mico, uma tartaruga e três jabutis foram apreendidos nesta quinta-feira (3) por policiais da 17ª DP (São Cristóvão). A apreensão dos animais é resultado de uma investigação sobre roubo de animais no Zoológico do Rio.












Funcionário cai de 20 metros de altura e morre em shopping de Campinas

Equipe de socorristas foi acionada e prestou os primeiros atendimentos no local, e em seguida encaminhou o trabalhador para o HC da Unicamp
Fonte: RAC

Um funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviço na instalação metálica e de vidros, no D. Pedro shopping, em Campinas, caiu de uma altura de cerca de 20 metros e morreu após ser socorrido por bombeiros Civil. Foi levado às 2h ao Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp e morreu por volta das 6h. Tinha 23 anos.

Em nota, o shopping lamentou o acidente e se colocou à disposição da polícia. Segundo o empreendimento, a equipe de socorristas foi acionada e prestou os primeiros atendimentos no local, e em seguida encaminhou o funcionário para o HC.

A empresa Metalmasa Estruturas Metálicas também emitiu uma nota e lamentou o falecimento do colaborador. Assim como o shopping, informou que o funcionário recebeu os primeiros socorros no empreendimento e foi encaminhado ao HC.

Ainda de acordo com o comunicado, a empresa iniciou uma investigação sobre o ocorrido.

O corpo do colaborador será transladado, tão logo a liberação da documentação aconteça, para a cidade de Teodoro Sampaio, onde será sepultado.

Até o começo desta tarde, a família ou a empresa ainda não havia registrado boletim de ocorrência do acidente.


Balas da maior chacina de SP foram compradas por PM, PF e Exército

Fonte: UOL Noticias

Parte das cápsulas apreendidas nos locais onde as vítimas da maior chacina de São Paulo foram mortas pertence a lotes comprados pela Polícia Militar, pela Polícia Federal e pelo Exército Brasileiro. A informação foi prestada pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à Corregedoria da Polícia Militar. O crime deixou 19 mortos e cinco feridos, em 13 de agosto. Os ataques aconteceram em pelo menos dez locais diferentes, em Osasco e Barueri, na região metropolitana.

 
















A corregedoria identificou que as cápsulas apreendidas são de calibre 9 mm e pertencem aos lotes UZZ18, BNT84, BIZ91, AAY68 e BAY18. A investigação pediu esclarecimento à empresa.

No relatório, datado de 28 de agosto com o código DICOM 0986/15, a CBC informou que os dois últimos lotes (AAY69 e BAY18) foram comprados pela Polícia Militar de São Paulo e encaminhados ao Centro de Suprimento e Manutenção de Armamento e Munição da corporação; já a Polícia Federal comprou os lotes UZZ18 e BNT 84 e mandou as munições para vários Estados, como Goiás, Roraima, Sergipe, além de Brasília; e o Exército Brasileiro adquiriu o BIZ91 e o entregou em "diferentes organizações militares". Todas as munições foram adquiridas entre 2006 e 2008.

Integrantes da força-tarefa que investiga a chacina consideram que a principal hipótese é que as munições podem ter sido desviadas ou roubadas e acabaram nas mãos de bandidos. Uma apuração vai tentar descobrir o verdadeiro motivo de as cápsulas compradas por autoridades policiais e militares terem sido usadas pelos autores da chacina.

Por meio de nota, a Polícia Federal informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre o fato e faltam informações no ofício que possam levar a uma pesquisa mais detalhada e a eventuais providências por parte da instituição. Procurados pelo Estado, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e o Exército Brasileiro não responderam as perguntas até o começo da noite de quarta-feira (2).

Prisão

Segundo o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, as principais suspeitas apontam para policiais militares e guardas municipais como responsáveis pela chacina. O motivo seriam as mortes do PM Avenilson Pereira de Oliveira, em Osasco, e do guarda-civil Jeferson Rodrigues da Silva, em Barueri, dias antes dos crimes. Ambos foram assassinados em assaltos e os seus colegas teriam se unido para vingar os assassinatos. Das 19 vítimas, seis tinham passagens criminais por delitos considerados leves, como receptação e porte de drogas.

Até agora, apenas o soldado Fabrício Emmanuel Eleutério, que cumpria funções administrativas nas Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota), está preso por suspeita de participação na chacina. Ele foi reconhecido por fotos e pessoalmente por uma testemunha que sobreviveu a um dos ataques, na rua Suzano, na Vila Menck, em Osasco.

A Justiça Militar decretou a prisão preventiva dele. Os advogados do policial afirmam que ele é inocente.

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Suspeito é morto e outros dois são presos após sequestro em Campinas

Criminosos mantiveram mulher em cativeiro no Jardim Santiago na terça-feira. Um adolescente, de 16 anos, também foi apreendido pela PM durante a ação.

Fonte: EPTV

Após um sequestro relâmpago na manhã desta terça-feira (1º), um suspeito foi morto e outros dois presos em Campinas (SP). Segundo a Polícia Militar, os criminosos mantiveram uma mulher em cativeiro e foram rastreados ao usar o cartão de crédito da vítima no Parque Dom Pedro Shopping. Um adolescente de 16 anos também foi apreendido na ação.

A reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, conversou com a vítima dos sequestradores. A mulher, que preferiu não ser identificada, explicou que estava a caminho do trabalho na Rodovia Campinas-Monte Mor quando um carro colidiu na traseira do veículo dela.

Após o acidente, os criminosos abordaram a vítima e a sequestraram. "Pegaram minha bolsa, pegaram os cartões de crédito, pediram minha senha e roubaram minhas jóias", contou a mulher, que ficou sete horas em cativeiro.

A PM foi informada por meio do telefone 190 sobre a suspeita de uso indevido do cartão de crédito. A partir disso, a corporação se deslocou para ao shopping, onde abordou dois dos sequestradores. Com eles, os policiais obtiveram a localização do cativeiro, que ficava no Jardim Santiago.

Segundo o capitão da PM Marcio Massarente haviam outros dois criminosos no cativeiro com a vítima, sendo que um deles se rendeu e outro efetuou disparos contra a equipe. Ele ainda teria tentando fugir por uma residência, mas morreu baleado. No local, foram apreendidas uma réplica de fuzil e uma pistola 380 com homem que falaceu.  O caso foi encaminhado para o 4º distrito policial.

Dez chacinas na Grande SP em 2015 aconteceram após mortes de PMs

Chacina em Itapevi foi a 1ª registrada após a morte de cabo Avenilson Oliveira, em Osasco.

Fonte: R7

Ao menos 10 das 14 chacinas ocorridas na capital e Grande São Paulo neste ano foram precedidas por mortes de policiais militares ou tiveram policiais incluídos entre os suspeitos, aponta levantamento feito pelo R7. Uma delas aconteceu em Itapevi, uma hora antes do início da matança em Osasco e Barueri. O caso não foi mencionado durante as entrevistas coletivas concedidas pelo secretário da Segurança, Alexandre de Moraes, sobre os ataques.

A sequência de ataques em Osasco, Barueri e Itapevi teve início após a morte do cabo Avenilson Pereira de Oliveira. O policial foi assassinado no último dia 7, por volta do meio-dia, durante uma tentativa de assalto a um posto de gasolina em Osasco.

O R7 apurou que cerca de 12 horas depois da morte do PM houve uma chacina em Itapevi (cidade próxima a Osasco): Aldiberto Araújo dos Santos, Lucas Roberto de Souza, Rodrigo Máximo de Souza foram encontrados mortos à 0h30 do dia 8 na rua Pedro Paulino, com marcas de tiros na cabeça, braços e pernas.

As vítimas estavam sentadas na calçada quando desconhecidos em um veículo passaram atirando.

Na mesma madrugada, outras cinco pessoas foram mortas em Osasco. A primeira execução aconteceu uma hora após as mortes de Itapevi, por volta da 1h30, na rua Jacinto José de Souza. No dia seguinte, houve mais uma morte na cidade.

Cinco dias depois, em 13 de agosto, mais uma chacina: oito pessoas foram executadas em um bar da rua Antônio Benedito Ferreira, em Osasco. E outras dez pessoas foram assassinadas em pontos diferentes de Osasco e Barueri. Os criminosos usaram um Peugeot e um Renault Sandero e uma moto.

A Corregedoria da PM e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa investigam a participação de policiais militares nos ataques. Na segunda-feira (24), um PM da Rota foi detido sob a suspeita de atuar no massacre.

Além das duas chacinas e outras mortes de Osasco, Barueri e Itapevi, o R7 identificou os seguintes casos:

Mogi das Cruzes (Grande SP)

24 de JANEIRO: Três pessoas são assassinadas no bairro Caputera. Cristian Silveira Filho, Ivan Marcos dos Santos Souza, Lucas Tomas de Abreu morrem na rua Waldir Carrião Soares. No mesmo dia, ocorrem outras duas mortes na cidade. Em julho, um policial militar de Suzano é indiciado pela Polícia Civil sob suspeita de participação na chacina. O nome do acusado não é revelado.

Vila Jacuí (zona leste)

24 DE JANEIRO: O soldado Ataíde dos Santos Júnior é assassinado a tiros quando andava de moto, de folga, na avenida Campanella.

2 DE FEVEREIRO: Gabriel Silva Soares, Edvan Lemos Cordeiro e Mateus Lemos Cordeiro foram assassinados por homens encapuzados quando conversavam em uma praça da rua João Tavares. A pequena Manoela Costa Romagnoli, de apenas dez meses, que estava dentro de casa, também morreu, ao ser atingida por uma bala perdida.

Parque Santo Antônio (zona sul)

28 DE FEVEREIRO: Morre o soldado Fernando Esnilherson Nascimento, que estava internado havia mais de uma semana após ser baleado em patrulhamento.


Jaçanã (zona norte)

22 DE MARÇO: O cabo Spencer William de Almeida é assassinado no bairro quando fechava o portão da casa em que morava.

24 DE MARÇO: Marcos Nunes Pereira Pinto morre e outras quatro pessoas ficam feridas em um bar da rua Igarapé Primavera.

Tremembé (zona norte)

5 DE ABRIL: O soldado Rafael Lisboa Porto é morto, no Tremembé, por assaltantes que invadiram a casa dele após darem a desculpa de que queriam buscar uma bola que teria caído no quintal.

9 DE ABRIL: Barbara Cristina de Andrade, Elias Menezes dos Santos e José Rodrigo Silva de Lima são executados na rua Arley Gilberto de Araújo. Outra pessoa havia sido morta pouco antes na região.

Parelheiros (zona sul)

15 DE ABRIL, PELA MANHÃ: O cabo Leonílson Figueiredo Dias é executado em frente à casa onde morava, na Estrada 15.

15 DE ABRIL, À NOITE: Rodrigo da Silva Costa e um desconhecido são mortos na rua Fonte Nova. Ulisses Dias Gomes e outro desconhecido são executados na rua Alice Bastide. Duas pessoas da mesma família morrem na rua Sônia. Os locais dos crimes ficam em um raio de 500 metros.

Vila dos Remédios (zona oeste)

18 DE ABRIL: Oito integrantes da torcida Pavilhão Nove, do Corinthians, são mortos na sede da agremiação. Foram executados André Luiz Santos de Oliveira, Jhonatan Fernando Garzillo, Jonathan Rodrigues do Nascimento, Fabio Neves Domingos, Marco Antônio Corassa Junior, Mateus Fonseca de Oliveira, Mydras Schmidt e Ricardo Junior Leonel do Prado. Em maio, a Polícia Civil identifica o soldado Walter Pereira da Silva Junior como um dos prováveis autores da chacina.

Mogi das Cruzes (Grande SP)


26 E 27 DE ABRIL: Ao menos seis pessoas morrem e outras duas ficam feridas durante uma série de ataques em Mogi das Cruzes, cidade vizinha a Suzano. Em um único ataque, na rua Presidente João Goulart, bairro Caputera, três pessoas são assassinadas: José Dias Figueiredo Jr. e dois desconhecidos.

Jardim São Luís (zona sul)

21 de JUNHO: O soldado Elias Dias Brasil é assassinado em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Os matadores fogem e abandonam o veículo usado no crime no Parque Fernanda, Capão Redondo, zona sul da Capital.

1º DE JULHO: Seis pessoas são mortas na região. Alerrandro Henrique de Sena, Carlos Alexandre da Cruz Oliveira, Cosme Norberto da Silva, Israel Júlio Nascimento Brito, Marciano de Oliveira e Sidney Alves de Lima são assassinados na rua Maria José de Carvalho, no Jardim São Luis. Os criminosos fogem em um carro.

SECRETARIA DA SEGURANÇA NÃO SE MANIFESTA

O R7 questionou a Secretaria de Estado da Segurança Pública, nesta segunda-feira (24), se os casos mencionados foram esclarecidos e se alguém havia sido preso. A pasta informou que não teria tempo de fazer levantamento até a publicação desta reportagem.

MP apura superlotação em creches e convoca poder público para debate

Promotor da Infância vai reunir Legislativo e Executivo para debater solução. Imagens anexadas à investigação mostram salas de escolas abarrotadas.

 Fonte: EPTV

Com um inquérito de mais de 400 páginas aberto e um número excessivo de denúncias sobre falta de estrutura nas creches de Campinas (SP), a Promotoria da Infância e Juventude da cidade decidiu convocar, pela primeira vez desde o início das investigações, Prefeitura, Câmara de Vereadores e entidades representativas de pais, alunos e funcionários para tentar encontrar uma saída, ainda que paliativa, para o problema das escolas infantis no município. O encontro está marcado para esta sexta-feira (4) na sede do Ministério Público.

Entre os pontos levantados até agora no inquérito aberto no fim do ano passado, estão principalmente a superlotação e o número inadequado de profissionais para atender esses alunos. Uma imagem anexada à investigação há duas semanas mostra uma sala abarrotada de colchões e com crianças em situação considerada “inadequada” pelo Ministério Público.

O presidente do Conselho das Escolas Municipais de Campinas, Renato Nucci Junior, afirma que o órgão tem recebido frequentemente notícias de salas em situação igual ou pior àquela apresentada na foto. Segundo ele, as queixas não param na lotação. “Nós temos visitado as escolas e há muitos problemas de estrutura e falta de funcionários também.”, afirma o Junior que também estará presente no encontro. "Vejo com bons olhos a iniciativa, mas nós acreditamos que só a mobilização das comunidades pode nos trazer a solução para este problema", falou.

Dilema
 
O promotor que investiga o caso em Campinas, Rodrigo Oliveira, classifica o problema como complexo e de difícil solução. Ele conta que a própria promotoria tem se manifestado, por exemplo, favorável aos casos de mães que buscam a Justiça para ter garantida uma vaga na creche. “É direito assegurado a estas crianças”, diz. Mas a falta de estrutura faz com que essas crianças que garantem judicialmente uma vaga na creche sejam recebidas em escolas em condições totalmente inadequadas. “É um dilema esta questão. E nós sabemos que não é um problema que se resolve da noite para o dia”, ponderou.

Um diretor de escola que conversou com o G1 sob a condição de não ser identificado conta que na instituição em que trabalha, no setor do berçário, a capacidade oficialmente é para atender não mais que 24 crianças, mas a creche já chegou a operar com 42. “Na pressão por abrir vagas, as escolas têm pegado salas que deveriam ser dedicadas a outras atividades e viram espaço improvisado para atender as crianças. Então, bibliotecas, brinquedotecas, entre outros acabam sendo desativadas para atender a este fim”, revelou.
Debate
 
A Prefeitura afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que a secretária de Educação, Solange Pelicer, recebeu a convocação e estará presente na audiência junto com o diretor de infraestrutura da pasta e um assessor jurídico. O presidente da Comissão Permanente de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de Campinas, vereador Antonio Flôres (PSB), também confirmou recebimento e presença na discussão. Segundo o MP, também foram convocados conselheiros tutelares, representantes do Conselho Municipal de Educação, membros do movimento "Quero Creche" e diretoria regional de ensino.

Segundo o promotor do caso, a ideia desta primeira reunião com todas as esferas é tentar estabelecer medidas práticas para solucionar o problema, ainda que temporariamente, para depois definir estratégias de longo prazo. "Precisamos avaliar a possibilidade de ampliar parcerias e buscar alternativas paliativas. Já encaminhamos uma série de ofícios à administração pública. A Prefeitura fala sobre vagas criadas, mas a verdade é que o número ainda é insuficiente", afirmou Oliveira.

Administração
 
A Prefeitura de Campinas informou por meio de nota que tem atuado em várias frentes para reduzir o déficit de vagas nas creches. A administração não revelou qual o número oficial de pessoas na fila à espera de uma vaga nas escolas infantis, mas afirmou que nos últimos quatro meses, entregou cinco Centros de Educação Infantil (CEI) e outras duas serão entregues ainda este ano. Além disso, a Educação afirma que foram ampliadas três mil vagas, a partir de reorganização da rede, e que, com isso, em quatro anos de governo, serão 6,5 mil crianças nas escolas.

Sobre a falta de profissionais, a nota da Secretaria diz que "foram contratados 1,3 mil novos servidores na área de educação desde 2013, todos por concurso, entre os quais diretores, professores, supervisores e orientadores pedagógicos e agentes de educação infantil". Segundo a pasta, em 2015, foram chamados 265 agentes de educação infantil, que já foram ou estão em processo de ingresso na rede.

Sobrevivente de chacina em Osasco sofre com falta de médicos, diz família

Pintor foi baleado no rosto dentro de um bar durante série de ataques que deixou 19 mortos.

Fonte: R7

Amaury José Custódio, de 54 anos, é um dos sobreviventes da chacina que aconteceu em bairros de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, e deixou 19 pessoas mortas. Apesar do "pior já ter passado", como diz a família, Custódio espera no Hospital Geral de Itapevi pela visita de médicos especialistas para realizar um procedimento cirúrgico. Ele está com hemorragia após o rompimento de uma artéria do rosto. Só após avaliação com um especialista é que a vítima poderá reconstruir o maxilar, que foi destruído com os tiros no rosto que levou na noite de 13 de agosto. Nem os médicos souberam dizer quantos tiros ele tomou.

Em entrevista exclusiva ao R7, a mulher de Custódio, a dona de casa Marli Sandra da Conceição Custódio, conta o drama que a família está vivendo por não saber quando o marido poderá voltar para casa.

— Não sobrou um dente na boca do meu marido. Sem esses especialistas, não tem como saber quando ele fará a reconstrução do maxilar e nem quando terá alta. No hospital, não nos dão datas e não sabemos se eles realmente estão empenhados em conseguir esses médicos.

Adriano Barbosa, coordenador de cirurgia-geral do Hospital Itapevi, afirmou que o quadro do paciente é estável, por isso, ele foi inserido na fila de espera por atendimento de um médico vascular, que deve durar até 10 dias. Após a avaliação do médico, Amaury entrará em uma nova fila para passar com outro profissional, que deve demorar até três dias, para, enfim, marcar a cirurgia de reconstrução do maxilar.

O dia da chacina

Ao telefone, Marli conversa normalmente durante a maior parte da entrevista, porém, quando cita a chacina, logo demonstra raiva daquele dia e de tudo o que ele significa para sua família.

Na manhã da tragédia, Custódio acordou por volta das 8h. Tomou café e ficou em casa, porque estava sem trabalho, já que tinha entregado a pintura de uma casa vizinha há menos de uma semana. No almoço, tudo normal. No prato, arroz, feijão, salada e linguiça. Com a proximidade da hora do jantar, Marli incumbiu Custódio de ir até o armazém comprar um fardo de papel higiênico e um suco para acompanhar a refeição.

Amaury é conhecido no bairro de Munhóz Junior. Uma de suas principais atividades é bebericar nos três bares mais conhecidos da região: o Alemão (amigo de infância), o Mathias (onde foi comprar o suco) e o Juvenal (onde 10 pessoas foram baleadas e apenas duas pessoas sobreviveram).

No dia da chacina, o Alemão só recebeu um "oi" rápido de Amaury, o Mathias ganhou uns trocados com a pequena compra e o Juvenal serviu para tomar a saideira. Com um amigo, o pintor bebeu por algum tempo. Logo esse amigo foi embora depois de dar um toque no Amaury, que já tinha tomado umas e outras. Mas o destino do pintor estava selado e ele ficou. O amigo relatou à família que a última imagem que tem do bar é de Custódio sentado em uma cadeira de plástico, quase pegando no sono.

Tiroteio

Marli arrumava a cama para se preparar para assistir sua série de TV preferida quando o som dos tiros invadiu sua casa.

No paralelo, seu irmão Wagner vendia churrasquinho em uma praça e correu apavorado para dentro de uma igreja próxima, onde todos continuavam o louvor sem perceber o que acontecia. Dentro da igreja estava Thiago e Jaqueline, dois dos quatro filhos de Custódio. A voz de Anderson não saía e seus gestos não eram suficientes para fazer todos entenderem o que estava acontecendo.

Quando os tiros pararam, toda a família só tinha uma preocupação, que passava longe de Custódio. Todos só pensavam em Anderson, outro irmão de Marli que não saía do bar do Juvenal. Naquele dia, nem ele sabe explicar o motivo, simplesmente tomou banho e decidiu ficar em casa vendo TV.

No bar, Wagner não encontrou o irmão e passou reto pelo cunhado, que estava sentado em uma cadeira de costas para a rua. Quem achou Custódio foi o filho Thiago que, ao pegá-lo no colo, sentiu suas roupas encharcarem de sangue. O outro filho do pintor, Fabiano, só dizia "já era, já era". Mas Thiago não desistiu e levou o pai para o hospital, onde foi desenganado por alguns minutos até suspirar fortemente e ser levado às pressas para a mesa de cirurgia.

"Onde estou?"

Só no dia 24 de agosto, mais de dez dias após a chacina, Amaury conseguiu se comunicar com a família por meio de um bilhete. As palavras escritas de forma errada deixavam claro a preocupação com a família: "Eu amo todos vocês. Stephany [filha] está namorando ainda?".

Embaixo, a pergunta: "Onde nós estamos?". Thiago responde que estão na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de um hospital. Foi então que o jovem decidiu dizer que o pai estava internado por causa de um tombo e não porque era um sobrevivente de uma chacina.

Custódio saiu da UTI e está no quarto. As visitas são restritas: dois dos filhos não têm acesso liberado. A família acredita que ele ainda não saiba o que aconteceu. Quando um médico falou sobre os tiros, o pintor negou com as mãos. A família tem medo de como ele pode reagir ao saber a verdade. Mas a preocupação deles agora é outra: a falta de médicos.

Por fraude, bombeiro se torna primeiro condenado em processo da boate Kiss

 Incêndio em casa noturna na cidade de Santa Maria, no interior gaúcho, deixou 242 mortos e mais de 100 de feridos em 2013.

Fonte: Último Segundo

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou o primeiro réu no processo criminal que julga os acusados de responsabilidade pelo incêndio na Boate Kiss, ocorrido em janeiro de 2013, em Santa Maria (RS).

Major do Corpo de Bombeiros, Gérson da Rosa Pereira foi condenado a seis meses de detenção por ter cometido fraude processual. Ele terá direito de cumprir a pena em regime aberto. 

Baseada em denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul, a sentença, assinada pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada, afirma que Gérson, em conluio com o sargento Renan Severo Berleze, forneceu documentos alterados à investigação a respeito do plano de prevenção contra incêndios da boate. 

"A fraude processual é crime comum e formal, não se exigindo, para a sua consumação, que o juiz ou o perito tenham sido efetivamente sidos induzidos a erro, bastando que a inovação seja apta, num primeiro momento, a produzir tal resultado, podendo o crime ser cometido por qualquer pessoa que tenha, ou não, interesse no processo", diz a sentença. 

O processo contra Gérson não inclui sua responsabilização pelas mortes, já que não julga sua atuação antes do incêndio e, sim, após ele, no momento das investigações.

"Desta forma, provada a materialidade e a autoria do delito imputado ao acusado Gérson e não socorrendo a este qualquer causa de exclusão do crime ou de isenção de pena, a condenação é a medida que se impõe."

Ocorrida na madrugada de 27 de janeiro, a tragédia na boate deixou 242 mortos e mais de cem feridos após um integrante da banda Gurizada Fandangueira acender um sinalizador dentro da casa, revestida com material isolante acústico altamente inflamável. O incêndio foi praticamente instantâneo.

No ano passado, a Justiça Militar condenou dois bombeiros e absolveu outros seis no julgamento do caso.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Globo define estreia da última temporada de “Revenge”

Fonte: RD1

A última temporada de “Revenge” é a mais nova aposta da madrugada da Globo. O seriado estreia na próxima segunda-feira (7), após o “Programa do Jô”.

Nos episódios finais da produção norte-americana, a rivalidade entre Emily Thorne (Emily Von Camp) e Victoria Grayson (Madeleine Stowe) aumenta principalmente depois que a poderosa descobriu a real identidade da ex-nora no final do terceiro ano da série.

Além disso, a jovem recebe com surpresa a notícia de que seu pai, David Clarke (James Tupper), esteve sempre vivo e escondido, fazendo a vida dela passar por uma grande reviravolta.

Vale lembrar que a primeira e a segunda levas de episódios foram exibidas pela Globo aos domingos, mas com índices abaixo do esperado.

Como uma erupção vulcânica em 1815 escureceu o mundo todo

Fonte: UOL Ciências


 Em abril de 1815, a explosão vulcânica mais poderosa já registrada na história abalou o planeta em uma catástrofe tão vasta que, 200 anos depois, os investigadores ainda estão lutando para entender suas repercussões. Até agora, eles já perceberam que a erupção teve um papel no esfriamento do clima, no colapso da agricultura e nas pandemias globais -- e até deu origem a monstros famosos.

Em uma das exuberantes ilhas das Índias Orientais Holandesas -- a Indonésia de hoje -- a erupção do Monte Tambora matou dezenas de milhares de pessoas, que foram queimadas vivas, atingidas por pedras ou morreram depois de fome, já que as cinzas pesadas sufocaram as colheitas.

Mais surpreendente ainda, os investigadores descobriram que uma nuvem gigante de partículas minúsculas se espalhou pelo globo, bloqueando a luz do sol e produzindo três anos de esfriamento planetário. Em junho de 1816, uma nevasca atingiu o norte do Estado de Nova York. Em julho e agosto do mesmo ano, geadas assassinas devastaram fazendas na Nova Inglaterra. Chuvas de granizo caíram sobre Londres o verão todo.

Um relato recente do desastre, "Tambora: The Eruption that Changed the World" ("Tambora: a Erupção que Mudou o Mundo", em tradução livre), de Gillen D´Arcy Wood, mostra que os efeitos planetários foram tão extremos que muitos países e comunidades passaram por ondas de fome, doenças, agitação civil e declínio econômico. Plantações morreram em todo o mundo.

"O ano sem verão", como 1816 ficou conhecido, tornou-se a origem não apenas de pinturas de pores do sol vermelho-fogo e céus tempestuosos, mas de dois gêneros de ficção gótica. A prole excêntrica foram Frankenstein e o vampiro humano, figuras que têm assombrado a arte e a literatura desde então.

"As pistas de papel", diz Wood, professor de Inglês na Universidade de Illinois, "sempre voltam para Tambora".

A explosão gigante -- 100 vezes maior do que a do Monte Santa Helena -- e a mortalha que se estendeu sobre o mundo todo estão sendo cada vez mais estudadas por cientistas, que tentam entender não apenas o passado climatológico do planeta, mas a possibilidade de que desastres parecidos aconteçam no futuro.

Clive Oppenheimer, vulcanologista da Universidade de Cambridge, que estudou a catástrofe de Tambora, acha que a chance de uma explosão parecida acontecer nos próximos 50 anos é relativamente baixa -- talvez 10 por cento. Mas as consequências, afirma, poderiam ser extraordinariamente terríveis.

"O mundo moderno está longe de ter imunidade contra impactos potencialmente catastróficos", explica Oppenheimer.

Antes da explosão, Tambora era o cume mais alto em uma terra de picos enevoados. Ficava na ilha tropical de Sumbawa, com pináculos alcançando quase cinco mil metros. Há muito adormecida, a montanha era considerada morada dos deuses. Havia vilas em suas encostas e por perto os fazendeiros plantavam arroz, café e pimenta.

Na noite de cinco de abril de 1815, de acordo com relatos da época, chamas apareceram em seu pico e a terra sacudiu por horas. Então, o vulcão ficou silencioso.

Cinco dias depois, o pico explodiu com um barulho ensurdecedor de fogo, pedras e cinzas ferventes que foi ouvido a centenas de quilômetros dali. Rios flamejantes de pedras derretidas desceram a montanha, destruindo florestas tropicais e vilarejos. Dias depois, ainda furioso, mas vazio, o vulcão se quebrou; de repente ele perdeu 1,5 quilômetro de altura.

Estima-se que 100 mil pessoas morreram no local. Sumbawa nunca se recuperou.

As repercussões foram globais, mas ninguém percebeu que a morte e o caos generalizados tiveram origem em uma erupção do outro lado do mundo. O que surgia eram casos de folclore regional. Os habitantes da Nova Inglaterra chamaram 1816 de "mil oitocentos e congele até a morte". Os alemães diziam que 1817 foi o ano do mendigo. Esses e muitos outros episódios locais permaneceram desconhecidos ou sem conexão um com o outro.
Foram os cientistas que começaram a montar uma imagem mais clara do episódio, especialmente da união peculiar da explosão vulcânica e do clima gélido. Um objetivo comum foi separar as flutuações naturais do clima daquelas com origem humana. Muitos estudos se voltaram para a Nova Inglaterra e seu verão gelado de 1816.

Wood expandiu a representação do evento em sua obra, que deve sair como livro de bolso no mês que vem. O relato traz centenas de documentos científicos, unidos ao conhecimento do autor sobre a literatura do século 19, para detalhar os três anos do caos planetário, assim como a origem dos demônios fictícios.

"Meu interesse era entender o evento global", conta ele em uma entrevista. "E isso significava fazer um trabalho sério de detetive em vários arquivos desconhecidos." Os cinco anos de pesquisa o levaram à China, Europa e Índia.

Também o transportaram para Tambora, onde enfrentou sanguessugas e folhas cortantes para espiar a bocejante caldeira, que tem 6,5 quilômetros de um lado a outro.

A explosão da montanha, diz o livro, jogou cerca de 50 quilômetros cúbicos de matéria terrestre a uma altura de mais de 40 quilômetros. Enquanto as partículas grossas caíram logo, as mais finas viajaram em ventos fortes formando uma nuvem que se espalhou. "Passou", segundo Wood escreveu, "sobre o Polo Norte e o Polo Sul, deixando um rastro de sulfato impresso no gelo para que os paleoclimatologistas descobrissem mais de um século e meio depois".

O véu global, muito acima das nuvens de chuva, refletiu os raios de sol de volta para o espaço. E assim o planeta esfriou. A mortalha, diz Wood, também gerou tempestades aqui embaixo.

Em seu livro há uma impressão de um quadro a óleo de 1816 da Baía de Weymouth, uma caverna abrigada na costa sul da Inglaterra, de John Constable -- o céu sobre ela agitado com nuvens negras. "Em todos os lugares", conta Wood, "os ventos vulcânicos sopraram fortemente." Ele diz que tanto os relatos históricos como os modelos de computador dão conta das tempestades poderosas da época.

As partículas altas na atmosfera também produziram pores do sol extraordinários, como mostram as famosas pinturas de J. M. W. Turner, o inglês pioneiro em paisagens. Seus céus vermelho vívido, afirma Wood, "parecem propaganda para o futuro da arte".

Os fatos também podem ser revividos em romances locais, nenhum mais importante para a história da literatura do que o nascimento do monstro Frankenstein e do vampiro humano. Isso aconteceu no lago Genebra, na Suíça, onde alguns dos mais famosos nomes da poesia inglesa passaram um feriado de verão.

Em 1816, a Suíça, que não tem litoral, mas é famosa por suas montanhas, estava começando a sofrer com o mau tempo e a morte das plantações. Batalhões de pessoas famintas invadiram as padarias depois que os preços do pão aumentaram. O livro reconta a agonia de um padre: "É terrível ver esses esqueletos andantes devorando as comidas mais repulsivas com tanta avidez".

Naquele junho, o clima frio e as tempestades fizeram com que os turistas ingleses procurassem refúgio em uma casa ao lado do lago para se esquentar perto do fogo e trocar histórias de fantasmas. Mary Shelley, então com 18 anos, fazia parte do grupo literário que incluía Percy Shelley, seu futuro marido, e Lord Byron. Havia muito vinho, assim como láudano, um tipo de ópio. As velas cintilavam.

Nessa atmosfera pesada, Mary Shelley inventou seu horripilante conto sobre Frankenstein, que publicou dois anos depois. E Byron escreveu as primeiras ideias das histórias de vampiro modernas, publicadas mais tarde por um compatriota como "O Vampiro". O tempo ruim também inspirou o poema apocalíptico de Byron "Trevas".

O livro de Wood documenta várias outras repercussões do esfriamento do planeta, devotando um capítulo para a pandemia de cólera em 1817 que começou na Índia e matou globalmente dezenas de milhões de pessoas. Wood acredita que a doença se propagou por meio de uma combinação fatal de mudanças nas monções e de chuvas ininterruptas -- a teoria principal dos mais importantes estudiosos do cólera.

A pandemia se espalhou e, no final, alcançou as Índias Orientais Holandesas. Somente em Java matou quase 125 mil pessoas -- mais, nota Wood, "do que as que morreram na própria erupção do vulcão".

Ele também fala sobre o frio glacial na província de Yunnan ao sul da China, uma terra de montanhas e florestas com tigres e elefantes. As plantações de arroz rapidamente morreram, e a fome perdurou por anos. Em julho de 1816, diz Wood, a província sofreu com nevascas sem precedentes.

O poeta Li Yuyang, que tinha 32 anos quando o Tambora começou a devastar o mundo, escreveu sobre as chuvas frias e as enchentes em "A Sigh for Autumn Rain" ("Um Suspiro para a Chuva de Outono", em tradução livre.)

A água caindo das calhas me deixa surdo. As milhares de pessoas correndo das casas que desabam. E dezenas de milhares, porque a devastação da chuva é pior do que o trabalho de ladrões. Os tijolos quebram. As paredes caem. Em um instante, a casa se foi.

Wood fecha o livro com um retrato do leste dos Estados Unidos em 1816, focando primeiro no norte do Estado de Nova York. Um dia naquele junho, quatro jovens estudantes andavam para a escola, a maioria sem sapatos. Então começou uma nevasca. Mandadas para casa mais cedo, as crianças correram para salvar suas vidas enquanto a neve chegava já a seus joelhos. Elas conseguiram alcançar uma cabana quente com lareira.

Para Thomas Jefferson, a dor durou mais. Em suas terras na Virgínia, o terceiro presidente aposentado dos Estados Unidos encarou um verão desastroso em 1816 por causa da temporada curtíssima de plantação. O ano seguinte foi tão ruim quanto.

Em uma carta, Jefferson expressou a preocupação sobre a possível ruína de sua fazenda Monticello "se as temporadas, contra o curso da natureza observado até aqui, continuarem a ser constantemente hostis para a nossa agricultura".

As inúmeras vítimas e alguns beneficiários da fúria do Tambora não sabiam das raízes vulcânicas de suas circunstâncias, afirma Wood, fazendo com que o desafio de escrever sobre isso seja formidável e "às vezes alucinante".

É mais comum, diz ele, que a revelação de uma ruína vulcânica global -- um retrato que está sendo formado há 200 anos -- ofereça um tipo de meditação sobre as dificuldades de se descobrir os sutis efeitos das mudanças climáticas, se as origens estão na fúria da natureza ou nos subprodutos invisíveis da civilização humana.

É, segundo Wood, "duro de ver e não menos difícil de imaginar".